
Ela: Acho que deveriamos terminar.
Ele: Não! Você não pode, você é a razão da minha vida, sem você, eu não sei quem sou.
Ela: Voce^ao menos me conhece o sufiente para dizer isso? Sabe o meu filme favorito, a minha música favorita ou até meu sorvete favorito?
Ele: Não...
Ela: Então como ousa dizer essas palavras?
Ele: Eu sei que sempre quando você fica envergonhada você começa a enrolar seu cabelo com o seu dedo. Eu sei que seus olhos são tão lindos que de noite parece um mar escuro. Eu sei quando você está triste mesmo dizendo que está bem, como agora. Eu sei que quando você está nervosa, você fica mexendo no seu cabelo. Eu sei que quando você está alegre você não solta da minha mão. E eu também sei que quando você pega minha mão, ou me beija, eu sinto algo tão forte que eu não consigo explicar. Eu não preciso saber de coisas tolas como seu filme favorito, eu preciso das coisas simples como seu sorriso.
Ele: Não! Você não pode, você é a razão da minha vida, sem você, eu não sei quem sou.
Ela: Voce^ao menos me conhece o sufiente para dizer isso? Sabe o meu filme favorito, a minha música favorita ou até meu sorvete favorito?
Ele: Não...
Ela: Então como ousa dizer essas palavras?
Ele: Eu sei que sempre quando você fica envergonhada você começa a enrolar seu cabelo com o seu dedo. Eu sei que seus olhos são tão lindos que de noite parece um mar escuro. Eu sei quando você está triste mesmo dizendo que está bem, como agora. Eu sei que quando você está nervosa, você fica mexendo no seu cabelo. Eu sei que quando você está alegre você não solta da minha mão. E eu também sei que quando você pega minha mão, ou me beija, eu sinto algo tão forte que eu não consigo explicar. Eu não preciso saber de coisas tolas como seu filme favorito, eu preciso das coisas simples como seu sorriso.
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